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Notícias
29 de Novembro de 2018
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Como se organizar para um final de ano letivo positivo

Equipe gestora precisa dialogar com toda a escola e com os familiares, além de apresentar dados e avaliações e pedir sugestões para o próximo ano

Por: Paula Calçade
Pessoas reunidas em torno de uma mesa fazem anotações e sorriem
Foto: Getty Images

Neste período de encerramento do trabalho letivo, os gestores da escola devem conciliar a parte administrativa com a avaliação das atividades desenvolvidas ao longo do ano. Isso porque o final de ano é o momento de repensar o que se fez e traçar novos planos. Com a aproximação do fim das aulas, o diretor e o coordenador pedagógico podem ouvir toda a comunidade escolar e garantir que todos participem das discussões e tragam sugestões de melhorias.

Ademir Almagro é coordenador da EMEB Professora Hebe de Almeida Leite Cardoso, em Novo Horizonte, no interior de São Paulo. Ele explica que nessa fase a maior preocupação dos pais, alunos e professores é com relação ao resultado final e à aprovação ou não. Mas cabe ao coordenador organizar esse processo da melhor forma possível para evitar problemas e desgastes. “A conversa com todos é fundamental para entender e expor contextos e relatórios, entendendo caso a caso”. Ademir lembra que nesses momentos decisivos existem muitas possibilidades de intervenções positivas, mas o mais importante é conscientizar pais e alunos para que aproveitem as recuperações, por exemplo. “O coordenador também faz a ligação entre professores e familiares, para que todo o conhecimento sobre essas situações seja passado para todos os envolvidos para rever métodos de ensino e enfoques”.

Otimizar o tempo também é necessário para que todas as ações de final de ano saiam como o esperado. Recuperação paralela, recuperação final, rematrículas, matrículas novas, conselhos de classe e formatura são algumas das atividades que os diretores precisam tomar a frente da organização na reta final.  Marlucia Brandão é diretora da EMEIEF Boa Vista do Sul, em Marataízes, Espirito Santo. Ela conta que uma conversa individual com cada aluno que vai para a recuperação paralela pode ajudar no incentivo aos estudos finais. “Ofertar aulas de reforço intensivo a esses alunos é uma boa prática que aplicamos ao longo de todo o ano aqui e no final do ano é muito importante também”.

Para que isso aconteça, os professores e coordenadores devem estar de ouvidos atentos e manter o diálogo aberto. “Dar apoio aos docentes é importante para evitar que o cansaço desestimule as últimas intervenções para um melhor aprendizado”. Conversas individuais com os professores e funcionários é uma opção para que cada um faça uma autoavaliação, além de uma avaliação da equipe gestora, para que cada um possa se ver como agente escolar e sugerir mudanças. Assim, com as relações abertas, o trabalho é dividido e a administração do tempo para organizar eventos e reuniões fica mais fácil para os diretores nesse momento.

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